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DANIEL

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Primeiras papinhas - 6 meses

Dois dias antes de completar 6 meses, dei a primeira papinha salgada para o Daniel.

Cozinhei abóbora cabotiá e um dente de alho, depois amassei ambos com um garfo e acrescentei um pouquinho de sal marinho. Ele adorou!

Fiquei 1 semana dando apenas um tipo de legume por refeição. Agora, estou acrescentando arroz ou macarrão e uma carninha bem desfiada. Tudo amassado apenas com o garfo.

Estou um pouco confusa quanto à rotina de alimentação (papinha doce, papinha salgada, leite materno e complemento). Como ainda não fui ao pediatra, estou fazendo o que acho que é certo, segundo o Dr. Google. Achei algumas informações bem esclarecedoras, vejam: 
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Adaptado de:

Primeira papinha “salgada”

Recebe este nome não por conter sal em excesso, mas por diferenciar-se da papa de frutas que tem sabor predominantemente doce. Ela deve ser composta por um alimento de cada grupo apresentado abaixo:


(*) O ovo inteiro (gema e clara) cozido pode ser adicionado na alimentação da criança ao completar seis meses, mas seu uso deve ser avaliado pelo profissional de saúde que acompanha a criança. Deve-se levar em consideração se existe história familiar de alergia alimentar comprovada.

ATENÇÃO! Esses alimentos devem ser fornecidos bem cozidos e amassados.

Quantidade de alimentos que devo oferecer em cada refeição


A partir de 6 meses: iniciar com 2 a 3 colheres de sopa e aumentar conforme a aceitação.

A partir dos 7 meses: 2/3 de uma xícara
De 9 a 11 meses: 3/4 de uma xícara
12 a 24 meses: 1 (uma) xícara ou 250 ml.

OBS.: respeitar os sinais de fome e saciedade da criança. Crianças amamentadas desenvolvem um controle eficaz da saciedade. Não adotar esquemas rígidos.


(*) Duas papas salgadas, sendo uma no horário do almoço e outra no horário do jantar.


(**) A alimentação da família que se refere nesta tabela é uma alimentação com consistência normal (livre), mas livre de frituras, não excessivamente condimentada, sem adição de temperos prontos e gorduras (enlatados, embutidos, gordura animal).
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Então, até ler esse artigo estava dando apenas a papinha salgada e, a começar de hoje, a rotina de alimentação do Daniel será mais ou menos assim:
- Primeira mamada do dia só com leite materno (08h);
- Papinha de fruta (11h);
- Papinha salgada (14h);
- Mamada só com leite materno (17h);
- Mamada com leite materno + 60 ml de complemento (20h);
- Mamada com leite materno + 60 ml de complemento (23h).

Vou tentar fazer assim até a próxima visita ao pediatra, dia 19/11.

Dúvida nutricional:
Muitas receitas de papinhas falam para cozinhar as folhas (alface, etc.) junto com os legumes. Isso não "mata" os nutrientes das folhas?

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

ELOGIE DO JEITO CERTO!

Muito legal, interessante e útil!

    Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante (notícia veiculada na revista Galileu de jan de 2011). Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos. O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança. O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.

    Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência. As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa. A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos.

    O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.

    Isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado. Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito legal, você é um bom amigo”.
   
    Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real. Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.

Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.

Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.

Texto de Marcos Meier, mestre em Educação, psicólogo, escritor e palestrante.


    Um texto bíblico também nos adverte sobre a importância do que falamos: "Nenhuma palavra torpe saia da boca de vocês, mas apenas a que for útil para edificar os outros, conforme a necessidade, para que conceda graça aos que a ouvem (Efésios 4.29).

    Então, procuremos elogiar nossos filhos de maneira a edificá-los!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Fotos, enfim...











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